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Foi você que pediu um carro eléctrico?

22/07/2009
i MiEV da Mitusbishi e Cube da Nissan, os primeiros carros eléctricos disponíveis em Portugal, o primeiro a partir do próximo ano e o segundo em 2011.

i MiEV da Mitusbishi e Cube da Nissan, os primeiros carros eléctricos disponíveis em Portugal, o primeiro a partir do próximo ano, o segundo em 2011.

Quando os veículos híbridos começaram a marcar presença nas estradas (não nas nossas obviamente), no início deste século, o sonho dos veículos eléctricos parecia uma realidade cada vez mais próxima, apesar da tentativa de “assassinato” daquela que é considerada a solução mais eficaz para a mobilidade.

Entretanto, a evolução tecnológica fez o que lhe competia: apresentou verdadeiras soluções de produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis e novas soluções de baterias para os veículos eléctricos; depois, as ameaças do costume tornaram-se cada vez mais ameaçadores: as alterações do clima e a constante crise petrolífera; e por último as tendências sazonais dão uma pequena ajuda: o verde, às vezes, está na moda. (Um aparte: isto tudo e a A1 continua em obras).

Por isso, e por causa das novas medidas apresentadas pelo Governo – como o Mobi. E (com vários incentivos à aquisição de veículos eléctricos e instalação de uma rede de “abastecimento” em todo o país) e a construção de uma unidade de produção de baterias de iões de lítio da Nissan em Portugal -, tudo parece indicar que o futuro começou.

Mas antes de deitar foguetes (uma coisa cada vez mais do passado, aliás) há que dar ouvidos ao presidente da APVE (Associação Portuguesa do Veículo Eléctrico), Robert Stussi: “Uma coisa é a introdução de alguns milhares de carros eléctricos em mercados privilegiados – tal como parece ser o caso anunciado em Portugal e em mais uma dúzia de países e regiões (“acordos Renault-Nissan”). Daí para uma penetração maciça no parque automóvel demora, pelo menos, uma década (até que todas as marcas ofereçam gamas de automóveis que permitam a escolha ao consumidor, que usualmente compra em média um carro em cada oito a 10 anos), faltando ainda conhecer as potenciais resistências do consumidor e todas as outras barreiras que será necessário ultrapassar”.

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